Em nosso cotidiano, vivemos situações inusitadas e ás vezes complicadas. Segue abaixo relato de uma experiência cada vez mais comum em nosso dia-a-dia:
Elton é vendedor em uma empresa do ramo de alimentação, atuando na região metropolitana de Porto Alegre, entre seus vários colegas, uma é especial: Suzana! Nos últimos tempos ele passou a sentir uma atração forte por ela.
Suzana é casada, 32 anos, 1,60 cm , 56 k, loira, olhos claros, lábios protuberantes, pele macia e vive segunda ela, “um inferno astral” em seu casamento. Eles conversam muito, sobre todos os assuntos e já estão trocando confidências, Suzana contou a ele que tem discussões diárias com seu marido, ele chega tarde da noite, discute com ela, aos finais de semana ele faz seus programas, deixando a só em casa, quando eles saem á noite ele valoriza mais seus amigos do que ela, enfim seu casamento está uma droga.
A atração por ela já não fica mais no desejo de tela como mulher, ele quer alem disso, lhe dar carinho, proteção, valorização e tudo que uma mulher maravilhosa como Suzana merece, mas ele tem um problema: apesar de tudo ela ama seu marido e prefere o sofrimento com ele a uma “aventura” de um novo relacionamento.
Elton sabe disso, mas ainda alimenta o sonho de um dia vela em seus braços para juntos viverem um lindo amor.
A dificuldade enfrentada no caso acima é muito comum nos dias de hoje, quem não tem problemas parecidos? Quem não discute com seu marido, esposa, noivo, noiva? Quantos programas somos obrigados a fazer em nome da harmonia com o parceiro, suportando situações desagradáveis e muitas vezes constrangedoras, apenas para satisfazê-lo (a)? Suportamos anos e anos estas condições, mas terá sido por amor? Ou por medo de um novo recomeço?
Li no blog de uma amiga e leitora (http://emanuelle-emanuellesilva.blogspot.com/) a seguinte frase:
“A paixão ou desejo muitas vezes não é o caminho mais seguro para a experiência do amor; apenas podem provar a dimensão de nossa carência e o quanto necessitamos de alguém para nos distrair da dolorosa sensação de vazio interior. A dialética da paixão é sentir algo arrebatador que faz com que esqueçamos nossa miserabilidade diária; em contrapartida, o fruto da mesma também pode ser a mágoa e ódio quando descobrimos que não detemos nenhum tipo de poder sobre o sentimento do outro”.
No mesmo texto:
"o homem não domina a natureza por meio da força... Não preciso forçar nada nem ninguém a algo. O Universo é infinito, cheio de oportunidades”.
Assim é a vida, cheia de surpresas, de enigmas, de acontecimentos, de realizações, de felicidade!
Viva e deixe-se viver! Ame e deixe-se amar!
Até a próxima...

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